
Há Algum tempo contaram-me uma história, cheia de alegria e de paz. Todos vão gostar de ler e analisar. Supera o mundo, os divertimentos desse mesmo mundo, as tristezas, os rancores e a falta de piedade … Dá-nos encanto e Poesia e eu, vou tentar contar de forma simples, essa história tão diferente, do que costumo dizer. Talvez não seja, tão fora do vulgar, mas eu vou dizer e todos vós, vão julgar! Mas sejam benevolentes e eu fico contente!
Era uma vez …
Uma Sereia cintilante, no seu manto de lantejoulas, brilhando ao Sol e à luz do luar.
Tinha aprontado o seu casamento e preparava com algas verdes, uns outros tons de verde, na gruta onde morava.
Nadava a toda a hora, alegre e contente; saltava por entre as algas verdes e os tesouros do mar. Sempre, sempre, sem parar … E entoava aquele cântico de feitiço e adormecia o mar e os peixes que ali viviam …
Mas um dia, levada por outras águas, sem se aperceber do malefício, perdeu a noção do caminho de regresso à sua gruta, à maré que lhe pertencia … e perdeu-se …
Pobre Sereia! E o seu casamento?
A sua boda, os seus amigos, o seu banquete, o seu noivo e a felicidade sonhada?
E chora todos os dias, à procura do seu sonho de encantar.
Tal como os humanos, desconhecidos por ela, desenvolve sentimentos de Esperança..,.
E encontra o caminho de regresso ao Lar!
Bendita Esperança!
Símbolo da Alegria! … E canta, o seu canto de feitiço, a envolver o seu fato cintilante e o seu corpo dançante, nas ondas do seu Mar.
E tudo vai sarar …
O mar acalma,
Deixa de soluçar
E torna-se outro mar.
Aquieta as suas águas … Espelha à luz do Sol a sua cor – azul, verde, cinza, copiando o Infinito. Olha! Sabe! Encontra a pequena Sereia, da qual se lembra e recorda, sem sombra de dúvida …
ELA VAI CASAR!
Há sempre uma história a contar.
Era uma vez …
Uma Sereia cintilante, no seu manto de lantejoulas, brilhando ao Sol e à luz do luar.
Tinha aprontado o seu casamento e preparava com algas verdes, uns outros tons de verde, na gruta onde morava.
Nadava a toda a hora, alegre e contente; saltava por entre as algas verdes e os tesouros do mar. Sempre, sempre, sem parar … E entoava aquele cântico de feitiço e adormecia o mar e os peixes que ali viviam …
Mas um dia, levada por outras águas, sem se aperceber do malefício, perdeu a noção do caminho de regresso à sua gruta, à maré que lhe pertencia … e perdeu-se …
Pobre Sereia! E o seu casamento?
A sua boda, os seus amigos, o seu banquete, o seu noivo e a felicidade sonhada?
E chora todos os dias, à procura do seu sonho de encantar.
Tal como os humanos, desconhecidos por ela, desenvolve sentimentos de Esperança..,.
E encontra o caminho de regresso ao Lar!
Bendita Esperança!
Símbolo da Alegria! … E canta, o seu canto de feitiço, a envolver o seu fato cintilante e o seu corpo dançante, nas ondas do seu Mar.
E tudo vai sarar …
O mar acalma,
Deixa de soluçar
E torna-se outro mar.
Aquieta as suas águas … Espelha à luz do Sol a sua cor – azul, verde, cinza, copiando o Infinito. Olha! Sabe! Encontra a pequena Sereia, da qual se lembra e recorda, sem sombra de dúvida …
ELA VAI CASAR!
Há sempre uma história a contar.
2 comentários:
Este comentário é um teste. Pode apagar. Carlos
poema de encantar ; a sereia que perdeu o seu mar e se vai casar e não sabe o caminho de regresso para o lar;
mas estou feliz, ela encontrou o lugar.
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