
Insisto nos Direitos de cada um,
Insisto nos Direitos das multidões
Que sofrem…
E suplicam uma terra,
Onde se possam acolher…
Insisto no abrir dos sentimentos
Mais puros
Dentro de nós…
E peço, no tempo que resta,
A ajuda que nos falta...
E possam as palavras traduzir,
O seu significado real…
…quando se dizem.
E deixemos de sentir,
A falta da alegria
Existente no mundo,
E a cumplicidade
Da nossa ignorância!
Maria Luísa
Insisto nos Direitos das multidões
Que sofrem…
E suplicam uma terra,
Onde se possam acolher…
Insisto no abrir dos sentimentos
Mais puros
Dentro de nós…
E peço, no tempo que resta,
A ajuda que nos falta...
E possam as palavras traduzir,
O seu significado real…
…quando se dizem.
E deixemos de sentir,
A falta da alegria
Existente no mundo,
E a cumplicidade
Da nossa ignorância!
Maria Luísa
9 comentários:
ola amiguinha do meu coração ,e querida poetisa ,bom domingo e muitas felicidades nesse coração
aqui estou para te dizer e responder ao teo poema ,lindo e verdadeiro .im somos cumplisses desta vida em que vivemos ,vimos e calamos ,porque naõ temos forças ,
temos direitos mas não usamos .e assim continuamos vivendo ,debaixo da cumpilcidade .
quepoderemos nós fazer querida poeta .
continuar vivendo ,
um doce beijinho felicidades nesse coração .deste seu amiguinho ~
sonhosolitario
Meu querido amigo
Linda e terna a sua presença e a sua resposta!
É o máximo a encontrar, neste mundo virtual.Linda surpresa!
Beijos,
M.L.
Maria Luísa.
A poesia refulge do seu coração sobre a humildade do mundo humano que a rodeia e não encontra a solução para sentir a paixão da vida, que a Maria Luìsa canta tão emotivamente da essência de si.
O seu espaço, neste lugar,é muito sereno e só recebe os amigos mais próximos. É bom estar aqui e sntir o seu respirar, o seu dizer.
Beijos
Neo,
Uma vez mais o encontrei; que bom, tê-lo como amigo!
Foi feita uma mudança no google para dar possibilidades ao Brasil de comentar.
Neste momento se clicar em anónimo,
não necessita de se identificar; eu conheço o seu estilo.
Foi feita essa abertura, pela dificuldade que os brasileiros tinham de comentar, quase impossível.
Ao abrir o blogs não fizeram essa
alteração, imprescindível...
Muito bom, o tornar a encontrar;
hoje, escrevi no sapo "NADA" -
melancólico, triste e fatigado;
quando possível, leia. Parece-me
muito bom, mas sou suspeita...
Beijos,
M. Luísa
somos cumplices;
por isso não comentamos;
temos vergonha dessa cumplicidade;
você acertou em pleno!
A.
E todos nós
Somos cúmplices!!!
A.
Insiste nos direitos de cada um!
E todos deveríamos agradecer e ler, pensar e comentar e se possível, transformar o mundo.
Gostei do que escreveu!
a.
Sim, somos cúmplices da iniquidade!
Comovente a imagem, a traduzir o sentimento do poema!
Bom!!!
anº.
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