
Nas horas do entardecer perfumado,
Nas tardes procuradas e sentidas,
No silêncio de íntimo Fogo
Ardente ...
Eu abro as janelas fluorescentes
Pintadas,
Pelo acender dos clarões das rosas
No meu jardim, isolado ...
E vejo deslumbrada a Luz
Dos clarões,
A transformarem-se
Em figuras geométricas,
Desconexas
E dançarem ...
Ao longe toca uma guitarra!
Os clarões tomaram o Tempo
Iluminaram,
Num gesto leve
As rosas de mil cores
E cantaram ...
Ao longe toca uma guitarra!
Fizeram amor de quimera
Com alegria,
Plantaram flores de nostalgia
Rolaram uns sobre os outros,
Transformaram ...
Ao longe toca uma guitarra!
E ninguém os via ...
Mas eles - são clarões de luz e fogo
Transformados em humanos
Perdidos,
Distorcidos,
Esquecidos
E ninguém os via
E a guitarra gemia!
Tomaram conta da Noite,
Dos seus Fados
Cantados
Ao som dessa guitarra
Que tocava ao longe,
Não se sabia onde ...
E ninguém os via!
E como clarões que eram
Brilharam
Nos recantos,
Onde o Amor impera!
Cansados retornaram
Ao jardim solitário
E esquecido,
Ficaram a esmorecer
Com o aparecer do Dia
Ao longe, uma guitarra tocava
Em som gemido ...
O meu mundo estremecia,
Dessa Noite de encantar
A terminar
E o aparecer do Dia ...
Clarão não havia
E o som da guitarra
Se perdia ...
Mais um dia!
Maria Luísa Adães
Nas tardes procuradas e sentidas,
No silêncio de íntimo Fogo
Ardente ...
Eu abro as janelas fluorescentes
Pintadas,
Pelo acender dos clarões das rosas
No meu jardim, isolado ...
E vejo deslumbrada a Luz
Dos clarões,
A transformarem-se
Em figuras geométricas,
Desconexas
E dançarem ...
Ao longe toca uma guitarra!
Os clarões tomaram o Tempo
Iluminaram,
Num gesto leve
As rosas de mil cores
E cantaram ...
Ao longe toca uma guitarra!
Fizeram amor de quimera
Com alegria,
Plantaram flores de nostalgia
Rolaram uns sobre os outros,
Transformaram ...
Ao longe toca uma guitarra!
E ninguém os via ...
Mas eles - são clarões de luz e fogo
Transformados em humanos
Perdidos,
Distorcidos,
Esquecidos
E ninguém os via
E a guitarra gemia!
Tomaram conta da Noite,
Dos seus Fados
Cantados
Ao som dessa guitarra
Que tocava ao longe,
Não se sabia onde ...
E ninguém os via!
E como clarões que eram
Brilharam
Nos recantos,
Onde o Amor impera!
Cansados retornaram
Ao jardim solitário
E esquecido,
Ficaram a esmorecer
Com o aparecer do Dia
Ao longe, uma guitarra tocava
Em som gemido ...
O meu mundo estremecia,
Dessa Noite de encantar
A terminar
E o aparecer do Dia ...
Clarão não havia
E o som da guitarra
Se perdia ...
Mais um dia!
Maria Luísa Adães
7 comentários:
conheço este poema; foi formatizado
e muito aplaudido.
Esperemos, como é recebido pelo google.
a.
Poema de encanto!
Felicitá
Querida amiga! Gostei do que li,venho desejar bom fim semana.
Beijinho da Lisa
agulheta
obrigada por ter vindo;
clarões esteve no sapo, onde o adoraram, teve formatização com música e imagens da net , maravilhosas.
veio ao google e não tem obtido resposta.
Detesto colocar poemas bons, neste
mausoléu
Beijos,
Mª. Luísa
clarões fascinante!
Bos. E. A.
Clarões
E ao longe uma guitarra gemia ...
Lindo poema!
mc
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