A vida é preciosa
não deve ser vivida
de forma desencantada...
A vida é sombra fugidia
de noite e de dia ela se esconde
como uma injustiça infinita
A vida é silêncio e alegria
a vida é amor e fantasia
a vida é dor inesperada
A vida é que nos dá o pranto
a vida é que nos dá prazer
a vida é que nos dá desencanto
A vida é volúpia nas noites quentes de amor
a Vida dá vida à própria vida
a vida leva de repente a nossa vida
A VIDA É TUDO E É NADA
Mas quem não admira a vida?
Ela dá e ela tira
mas não deve ser vivida de forma desencantada
E perdida...não deve...
Dentro dos teus olhos eu vivi
E acreditei em ti e perguntei
Por que se morre
Por que se vive?...
Maria Luísa Adães
Do livro "Palavras e Caminhos"
De Maria Luísa Maldonado Adães
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terça-feira, 2 de outubro de 2018
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
EU
Eu olho sem saber quem sou
sem saber quem procuro
sem saber onde vou
E subo, como poeta que sou
ao Altar do Sacríficio
olho numa despedida a Via-Sacra
como a subida de um justo
na hora da partida
Vejo o submerso
onde tantos se debatem
e se prendem sem salvar
e desço uma vez única
para escrever meus versos
e dar a saber aquele que se perdeu
O caminho de regresso
Volto ao meu mundo
por eles e por ti meu amor
Almas perdidas, partidas
Num deserto de dor!
Maria Luísa Adães
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sem saber quem procuro
sem saber onde vou
E subo, como poeta que sou
ao Altar do Sacríficio
olho numa despedida a Via-Sacra
como a subida de um justo
na hora da partida
Vejo o submerso
onde tantos se debatem
e se prendem sem salvar
e desço uma vez única
para escrever meus versos
e dar a saber aquele que se perdeu
O caminho de regresso
Volto ao meu mundo
por eles e por ti meu amor
Almas perdidas, partidas
Num deserto de dor!
Maria Luísa Adães
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quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Mil Rostos
Há mil rostos olhando para mim
e neste instante não reconheço nenhum
Há mil sentimentos à minha volta
e no momento não tenho nenhum
Há mil infelicidades pedindo guarida
e neste tempo não vejo nada
Há mil pessoas perdidas, esquecidas
e não digo nada
e sinto e penso estar voltada para a vida
e nada do que penso ou do que sinto é verdade
Quero andar contigo lentamente
na memória na essência de meus versos
e acreditar que não há mil rostos
pedindo guarida e mil infelicidades
E tenho de abandonar meus versos!
Maria Luísa Adães
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e neste instante não reconheço nenhum
Há mil sentimentos à minha volta
e no momento não tenho nenhum
Há mil infelicidades pedindo guarida
e neste tempo não vejo nada
Há mil pessoas perdidas, esquecidas
e não digo nada
e sinto e penso estar voltada para a vida
e nada do que penso ou do que sinto é verdade
Quero andar contigo lentamente
na memória na essência de meus versos
e acreditar que não há mil rostos
pedindo guarida e mil infelicidades
E tenho de abandonar meus versos!
Maria Luísa Adães
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Interior (Desaparecido)
Este poema desapareceu (desconheço a razão)
Pode informar?
Maria Luísa Adães
Pode informar?
Maria Luísa Adães
terça-feira, 14 de agosto de 2018
Suplicante
Sussurra-me um segredo
espanta as palavras tórridas
submerge-me nas ondas do mar
enterra os meus medos
nas areias transparentes
Do teu mar...
Me faz uma emboscada
e me prende se eu gritar
Olha-me se eu merecer esse olhar
e me esconde da noite sem luar
E volta ao nosso lar
volta sempre
Te Espero!
Maria Luísa Adães
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espanta as palavras tórridas
submerge-me nas ondas do mar
enterra os meus medos
nas areias transparentes
Do teu mar...
Me faz uma emboscada
e me prende se eu gritar
Olha-me se eu merecer esse olhar
e me esconde da noite sem luar
E volta ao nosso lar
volta sempre
Te Espero!
Maria Luísa Adães
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quarta-feira, 1 de agosto de 2018
TE PERDI...
Quanta tristeza eu sinto
Quando pressinto a solidão
Quanta tristeza me causa
a confusão de gentes como eu
E tudo pereceu num dia de assombro
quando entendi que nada sabia
depois dormi e acordei
tu estavas junto a mim
e tudo me pareceu igual
Acreditei que tinha tido um sonho mau e rude
onde te vi morrer olhando sem ver
e a poesia foi sentindo a falta de minha presença
Eu não estava presente na vida dela
Um dia me falou e perguntou qual a razão de meu esquecimento
Ela não sabia que tinhas morrido e eu tinha ficado sem ti
e eu lhe respondi, não é a ti que procuro
nunca foste tu que me alimentaste a vida, mas sim ele
Ela chorou por mim e disse
estás morrendo sem mim
vai e procura o que me ensinaste
nunca foste minha amiga
e sempre acreditei em ti
e agora que faço?
Esquece quem fui
e me traz aquele que perdi
e volto para ti
A lua subia iluminando o espaço
ninguém passava
a noite parava
o lebréu dormia
e tudo era luz espaço e fantasia
e o homem pescava
lentamente pescava
a água ligeiramente ondulava
e a placidez do instante dominava
E eu escrevi para ti, meu amor perdido por mim
e te acolhi e escrevi!...
Maria Luísa Adães
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Quando pressinto a solidão
Quanta tristeza me causa
a confusão de gentes como eu
E tudo pereceu num dia de assombro
quando entendi que nada sabia
depois dormi e acordei
tu estavas junto a mim
e tudo me pareceu igual
Acreditei que tinha tido um sonho mau e rude
onde te vi morrer olhando sem ver
e a poesia foi sentindo a falta de minha presença
Eu não estava presente na vida dela
Um dia me falou e perguntou qual a razão de meu esquecimento
Ela não sabia que tinhas morrido e eu tinha ficado sem ti
e eu lhe respondi, não é a ti que procuro
nunca foste tu que me alimentaste a vida, mas sim ele
Ela chorou por mim e disse
estás morrendo sem mim
vai e procura o que me ensinaste
nunca foste minha amiga
e sempre acreditei em ti
e agora que faço?
Esquece quem fui
e me traz aquele que perdi
e volto para ti
A lua subia iluminando o espaço
ninguém passava
a noite parava
o lebréu dormia
e tudo era luz espaço e fantasia
e o homem pescava
lentamente pescava
a água ligeiramente ondulava
e a placidez do instante dominava
E eu escrevi para ti, meu amor perdido por mim
e te acolhi e escrevi!...
Maria Luísa Adães
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domingo, 15 de julho de 2018
VIVER
Assim, enquanto viver
tu estás presente como ser ausente
mas estás presente em mim
continua a viver de uma forma ou outra forma
e eu estou cumprindo o tempo que me resta
Fiquei sem saber a razão de ficar
e se fiquei
foi por ti
para te acompanhar de uma maneira ou outra
Quem me entende continua presente
quem não entende
também não pode entender o mundo
Mas se vivemos e se ficamos nesse viver
Temos de entender e aceitar
e não há
a voz do amor que sonhamos...
Meus olhos olham as flores
não olham o mar
onde estivemos juntos toda uma vida
para todos escrevo
em todos me vejo e te vejo
mas o mundo está ausente
de mim e de ti
Um dia voltarei aqui ou noutro lugar
tal como a todos acontece
sabendo que cumpri o meu destino
difícil de julgar
de entender
sem morrer por culpa minha
E procurarei cumprir e nunca me perder
Na imensidade de um mundo a morrer!
Maria Luísa Adães
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tu estás presente como ser ausente
mas estás presente em mim
continua a viver de uma forma ou outra forma
e eu estou cumprindo o tempo que me resta
Fiquei sem saber a razão de ficar
e se fiquei
foi por ti
para te acompanhar de uma maneira ou outra
Quem me entende continua presente
quem não entende
também não pode entender o mundo
Mas se vivemos e se ficamos nesse viver
Temos de entender e aceitar
e não há
a voz do amor que sonhamos...
Meus olhos olham as flores
não olham o mar
onde estivemos juntos toda uma vida
para todos escrevo
em todos me vejo e te vejo
mas o mundo está ausente
de mim e de ti
Um dia voltarei aqui ou noutro lugar
tal como a todos acontece
sabendo que cumpri o meu destino
difícil de julgar
de entender
sem morrer por culpa minha
E procurarei cumprir e nunca me perder
Na imensidade de um mundo a morrer!
Maria Luísa Adães
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domingo, 24 de junho de 2018
Procuro
Te prendo em meus braços
mas não te encontro
e tudo se tornou numa ilusão
que se perdeu e não mais se encontrou
A casa e os espelhos desta casa
chamam por ti
eu espero a resposta longe de ti
e alguma vez te torno a encontrar
num mundo em que sempre vivi
estou só meu amigo
como estive no princípio da vida
não evoluí, nada aprendi e te perdi
e agora que faço de mim
flores e nuvens e tão perto o mar
e tão longe de ti num final de vida
voltei ao princípio e não queria voltar
mas voltei e ninguém vai entender este falar
Onde estão estas cores pintadas por mim
e estes sonhos que tanta vez escrevi
e a tua voz o teu coração junto a mim
Onde estão?
Te perdi e não vou mais encontrar!
Maria Luísa Adães
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mas não te encontro
e tudo se tornou numa ilusão
que se perdeu e não mais se encontrou
A casa e os espelhos desta casa
chamam por ti
eu espero a resposta longe de ti
e alguma vez te torno a encontrar
num mundo em que sempre vivi
estou só meu amigo
como estive no princípio da vida
não evoluí, nada aprendi e te perdi
e agora que faço de mim
flores e nuvens e tão perto o mar
e tão longe de ti num final de vida
voltei ao princípio e não queria voltar
mas voltei e ninguém vai entender este falar
Onde estão estas cores pintadas por mim
e estes sonhos que tanta vez escrevi
e a tua voz o teu coração junto a mim
Onde estão?
Te perdi e não vou mais encontrar!
Maria Luísa Adães
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domingo, 10 de junho de 2018
TEMPO
Aproveitei o tempo em que me apetecia cantar
e deveria repudiar o tempo em que me apetecia chorar.
Mas o tempo existe e traz variantes constantes
Então aproveita o tempo em que te sentes feliz!
Eu te digo:
Tu que me respondes sabes
que esse tempo
em que tudo brilhava à minha volta
Morreu
E agora não sei que vou fazer
descobri que sem minha razão de viver
nada tenho para fazer
E fiquei sem saber porque fiquei!
Maria Luísa Adães
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sexta-feira, 30 de março de 2018
Voltar ou não Voltar
![]() |
| Estás presente! |
aqui e ali
neste ou noutro lugar
Eu estou presente
como ser ausente
de mim e de ti
Eu volto sempre
desconheço o meu lugar
Sou a última a lembrar
Nada soube encontrar
nada soube preservar
nada soube amar
Quem me perder
no meu caminhar
não vai voltar
pode chamar o vento
gritar ao mar
Onde estás?
O vento continua a rodopiar
o mar continua a cantar
não me vai encontrar
um barco ao longe no mar
um lenço vermelho a acenar
e uma figura ausente
Por magia me transformei
num fantasma solitário
da passada alegria
E não vou voltar
fico no mar
No barco e no luar
Serena e desnuda
Sigo o meu destino
Escrito em qualquer lugar
Maria Luísa Adães
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domingo, 31 de dezembro de 2017
Peregrinação
Fiz uma peregrinação
aos lugares que percorri
e disse adeus
Olhei o escuro do firmamento
e a neve dominava no momento
Uma estrela brilhante
olhou para mim
Eu a reconheci
Aviões passavam lentamente
no caminho de regresso
As árvores se dobravam
atentas ao meu suspirar
e lembravam o tempo a passar
Aquele lugar de encanto
Falava...
Quanto tempo se passou
e quanta beleza teceu
e o mundo morreu e ela continuou
e não se cansou e não se apercebeu
Da grandeza que criou...
Beleza deslumbrante
voar elegante
e liberdade real e constante
E perguntei
quem pode deixar de te amar?
Alguém respondeu
Ninguém!...
A Esperança predomina em mim
a espera continua dominante
e peço sempre num falar constante
Um Tempo Mais
Um tempo mais
Um tempo mais...
Para todos
Quantos possam ler ou deixar de ler
Eu peço,
ANO NOVO FELIZ
E a lembrança do que digo
no desejo que escrevo
de que a vida se compadeça
e se lembre de Nós Todos!
Com amor,
Maria Luísa Adães
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![]() |
| Que possas chegar ao teu destino! |
aos lugares que percorri
e disse adeus
Olhei o escuro do firmamento
e a neve dominava no momento
Uma estrela brilhante
olhou para mim
Eu a reconheci
Aviões passavam lentamente
no caminho de regresso
As árvores se dobravam
atentas ao meu suspirar
e lembravam o tempo a passar
Aquele lugar de encanto
Falava...
Quanto tempo se passou
e quanta beleza teceu
e o mundo morreu e ela continuou
e não se cansou e não se apercebeu
Da grandeza que criou...
Beleza deslumbrante
voar elegante
e liberdade real e constante
E perguntei
quem pode deixar de te amar?
Alguém respondeu
Ninguém!...
A Esperança predomina em mim
a espera continua dominante
e peço sempre num falar constante
Um Tempo Mais
Um tempo mais
Um tempo mais...
Para todos
Quantos possam ler ou deixar de ler
Eu peço,
ANO NOVO FELIZ
E a lembrança do que digo
no desejo que escrevo
de que a vida se compadeça
e se lembre de Nós Todos!
Com amor,
Maria Luísa Adães
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terça-feira, 26 de dezembro de 2017
NATAL TEMPO de AMOR
![]() |
| NATAL/ Tempo de Amor |
Ó gente da terra
Perdida diluída neste cantar
Jogo um jogo de palavras
nem sempre usadas
nem sempre entendidas
nem sempre benévolas
nem sempre amadas
Ó gente a quem amei
em quem acreditei
e não deixei de acreditar.
Os vultos passam por mim
assombrados
mistificados
perdidos
Sem terra
Sem estrelas a brilhar
É Natal
dizem ser Natal
num mundo perdido
Olhos fechados
Sem abrigo
SENHOR, volta
e transforma este mundo de indiferença
No Mundo de Amor que Tu nos deste!
Maria Luísa Adães
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Voltei por Por ser NATAL
E por meu Amor a todos vós!
Maria Luísa Adães
terça-feira, 7 de novembro de 2017
BRISA do MAR
A brisa do mar entrou
repentinamente ela entrou
escutou
olhou
afagou
brilhou
Me procurou
em todos os lugares por onde passou
e não me encontrou...
Rasgou cortinas
partiu espelhos
E não me encontrou
Parte de mim estava presente
a outra parte estava ausente
ela olhou, fortemente olhou
e viu duas partes partidas
lentamente recuou
e se amedrontou
Não ficou!
A deixei partir
na procura de alguém
PRESENTE!
Maria Luísa Adães
Por razões de saúde muito graves
Não tornei a escrever por aqui.
Lamento não poder dizer se vou voltar!
A todos, ausentes ou presentes
ao tempo que passou em nossas vidas
eu deixo a minha saudade
E os meus agradecimentos!
Maria Luísa Adães
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repentinamente ela entrou
escutou
olhou
afagou
brilhou
Me procurou
em todos os lugares por onde passou
e não me encontrou...
Rasgou cortinas
partiu espelhos
E não me encontrou
Parte de mim estava presente
a outra parte estava ausente
ela olhou, fortemente olhou
e viu duas partes partidas
lentamente recuou
e se amedrontou
Não ficou!
A deixei partir
na procura de alguém
PRESENTE!
Maria Luísa Adães
Por razões de saúde muito graves
Não tornei a escrever por aqui.
Lamento não poder dizer se vou voltar!
A todos, ausentes ou presentes
ao tempo que passou em nossas vidas
eu deixo a minha saudade
E os meus agradecimentos!
Maria Luísa Adães
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sábado, 13 de maio de 2017
Nós os Dois e o Mar
O mar mar envolve tudo
e nossa vida foi passada no mar
depois veio a terra
e com ela a amargura dos instantes
Anos passaram
e tornaram a passar
e depois vieram os sonhos
fáceis de manipular
e a noite se apresentou
nebulosa e se calou
E estamos perplexos a esperar
O Final da noite
E a Esperança do dia!
Maria luísa Adães
Por um tempo vou estar ausente
daquele tempo
Em que estive, vagamente presente!
Com toda a minha ternura
vos digo Adeus
e vos deixo a minha Esperança de voltar!
Maria Luísa Adães
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![]() |
| Eis o nosso Mar! |
depois veio a terra
e com ela a amargura dos instantes
Anos passaram
e tornaram a passar
e depois vieram os sonhos
fáceis de manipular
e a noite se apresentou
nebulosa e se calou
E estamos perplexos a esperar
O Final da noite
E a Esperança do dia!
Maria luísa Adães
Por um tempo vou estar ausente
daquele tempo
Em que estive, vagamente presente!
Com toda a minha ternura
vos digo Adeus
e vos deixo a minha Esperança de voltar!
Maria Luísa Adães
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quarta-feira, 26 de abril de 2017
ILUSÂO
Tão perto
tão longe de ti
e de mim.
A lágrima caiu
eu a escondi
longe de ti
E se alguém vê
a lágrima que escondi
longe de ti
Caminho isolada
desnudada, desamparada
a noite é silente
para quem ama
a ilusão se repete e toma ares de gente
espíritos velozes passam por mim
Me desconhecem
Eu subo ao palco
represento minha peça
saio na ilusão do viver
e do esperar
o canto de meus versos
repetidos por essa ilusão
E de novo te encontro
depois de te ter perdido!
Maria Luísa Adães
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![]() |
| Mª. Laís Fett/ Rio Grande do Sul, Brasil |
tão longe de ti
e de mim.
A lágrima caiu
eu a escondi
longe de ti
E se alguém vê
a lágrima que escondi
longe de ti
Caminho isolada
desnudada, desamparada
a noite é silente
para quem ama
a ilusão se repete e toma ares de gente
espíritos velozes passam por mim
Me desconhecem
Eu subo ao palco
represento minha peça
saio na ilusão do viver
e do esperar
o canto de meus versos
repetidos por essa ilusão
E de novo te encontro
depois de te ter perdido!
Maria Luísa Adães
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sábado, 8 de abril de 2017
POETA Eu sou
A alma do poeta me sensibilizou
me tocou bem fundo
no mar encapelado
De tudo que passou
Estamos no meio da tarde
se aproxima lentamente a noite
e eu sinto em ti
um medo forte
De não seres assim tão forte
Procura a hora do entardecer perfumado
e o silêncio de intimo fogo ardente
Abre as janelas fluorescentes
pintadas
pelo acender dos clarões
Da noite fechada
É um final de dia
onde a cor predomina
Num amor ausente
Que o futuro
Não nos seja indiferente!
Maria Luísa Adães
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me tocou bem fundo
no mar encapelado
De tudo que passou
![]() |
| Maria Luísa |
Estamos no meio da tarde
se aproxima lentamente a noite
e eu sinto em ti
um medo forte
De não seres assim tão forte
Procura a hora do entardecer perfumado
e o silêncio de intimo fogo ardente
Abre as janelas fluorescentes
pintadas
pelo acender dos clarões
Da noite fechada
É um final de dia
onde a cor predomina
Num amor ausente
Que o futuro
Não nos seja indiferente!
Maria Luísa Adães
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quinta-feira, 23 de março de 2017
APENAS EU
![]() |
| Internet/ Salvador Dalí |
de dores e amarguras
eu flutuo no espaço nua
Numa outra dimensão
Eu vivo
enquanto escrevo
Sinto no ar a diferença
o mar tomou a cor do infinito
as águas mais azuis e frias
As nuvens correm
minúsculas e brancas
e eu canto louvores ao tempo
Que procuro mais
se nada encontro igual
a este instante de ritmo diferente
Me enliei em ti
dei voltas e voltas
para me libertar de ti
E o momento se tornou suspenso
quando caminho na terra
e atenta fico ao caminhar do tempo
O triste é verdadeiro
misterioso e sublime
quando entra nos redemoinhos do passado
e caminha nas estradas do presente!
Maria Luísa Adães
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terça-feira, 14 de março de 2017
HOJE
Hoje havia estrelas no infinito
naquele tempo abstracto
misturado com o instante presente
Hoje um poeta dizia
que escrever é uma vontade
e também um caminho solitário
Hoje deixei de estar triste
esqueci a indiferença
e fiquei livre
Hoje idealizei amor
no caminho do mundo
e gostei
Hoje contigo acreditei
no final da saudade
Hoje deixei o errante
e procurei amantes e poetas
e dancei, cantei
Num mundo diferente
E amanhã...
Não sei!
Maria Luísa Adães
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![]() |
| Selke Leon/ Facebook |
naquele tempo abstracto
misturado com o instante presente
Hoje um poeta dizia
que escrever é uma vontade
e também um caminho solitário
Hoje deixei de estar triste
esqueci a indiferença
e fiquei livre
Hoje idealizei amor
no caminho do mundo
e gostei
Hoje contigo acreditei
no final da saudade
Hoje deixei o errante
e procurei amantes e poetas
e dancei, cantei
Num mundo diferente
E amanhã...
Não sei!
Maria Luísa Adães
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sexta-feira, 3 de março de 2017
E Voltei
Olhei e rolei no Universo
Pintado de vermelho e negro
Olhei astros, estrelas desconhecidas
e a solidão do contraste
encontrei vozes que reconheci
falei mas elas se calaram
talvez me conhecessem
e sentissem saudades desta voz
Junto a uma estrela brilhante
quieta, pálida
dorida fiquei
Minha Ilha cintilava
eu estava longe
meu amor chorava o abandono
eu o chamava
tudo inútil e distante
olhei o cimo
e à transparência
Vi um trono onde alguém se sentava
e chorei lágrimas que caíam
e desfaziam o vermelho e o negro
Só eu sofria
Só eu escurecia no frio da noite
E Voltei!,,,
Maria Luísa Adães
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Pintado de vermelho e negro
Olhei astros, estrelas desconhecidas
e a solidão do contraste
encontrei vozes que reconheci
falei mas elas se calaram
talvez me conhecessem
e sentissem saudades desta voz
Junto a uma estrela brilhante
![]() |
| Muito belo e desconheço o autor! De qualquer forma, agradeço! Maria Luísa Adães |
quieta, pálida
dorida fiquei
Minha Ilha cintilava
eu estava longe
meu amor chorava o abandono
eu o chamava
tudo inútil e distante
olhei o cimo
e à transparência
Vi um trono onde alguém se sentava
e chorei lágrimas que caíam
e desfaziam o vermelho e o negro
Só eu sofria
Só eu escurecia no frio da noite
E Voltei!,,,
Maria Luísa Adães
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
NÃO OUÇO AS VOZES
Hoje não ouço as vozes
vou sem rumo
tão grande o mundo
e países tão distantes
Hoje não ouço as vozes
As vozes daquele tempo
Que te vou dizer
se me interrogas
acerca de tudo?
Conheço as sombras
conheço as luas
conheço assombro
conheço o amor
e cubro minha nudez
com esse amor
te beijo
te abraço
te amo
te desejo
te quero
Me perco em teus braços
A fogueira acendeu
e ardo em teus braços
no teu desejo de meus abraços
e quando a apagar
apago o amor
e perco uma vida
e torno a ouvir as vozes
Daquele tempo
Mas hoje não
Hoje és tu e eu!...
Maria Luísa Adães
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![]() |
| Margaridas Orientais/ Internet |
vou sem rumo
tão grande o mundo
e países tão distantes
Hoje não ouço as vozes
As vozes daquele tempo
Que te vou dizer
se me interrogas
acerca de tudo?
Conheço as sombras
conheço as luas
conheço assombro
conheço o amor
e cubro minha nudez
com esse amor
te beijo
te abraço
te amo
te desejo
te quero
Me perco em teus braços
A fogueira acendeu
e ardo em teus braços
no teu desejo de meus abraços
e quando a apagar
apago o amor
e perco uma vida
e torno a ouvir as vozes
Daquele tempo
Mas hoje não
Hoje és tu e eu!...
Maria Luísa Adães
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
TE AMO
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
LIVRO DE CANTOS
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
BELEZA
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Ano Novo Feliz/São Paulo/BRASIL/ 2017
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
NATAL FELIZ
![]() |
| Maria Luísa/ São Paulo/ Brasil |
Há tantos vultos brancos
Há tantos vultos negros
Pés descalços
Mãos levantadas em ORAÇÃO
Será que tudo mudou
e não entendi a mudança
ou minha alma se desdobrou
sem pétalas de flores
Separada de mim
Vou esquecer contigo
tudo o que nunca disse
e se entrelaçou em mim
O mal matou o Bem
Deus é culpado
Eu não digo
Dizem os outros
E se perdermos DEUS
Onde está a Glória?
E neste momento me lembrei
Deus Vai Nascer
Uma Vez Mais, ELE Vai Nascer
E eu espero o SEU REGRESSO
NATAL FELIZ!
Maria Luísa Adães
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terça-feira, 29 de novembro de 2016
NUVENS
As Nuvens correm
sem pressa elas correm
Os Pássaros voam
levemente eles voam
A Brisa se apresenta rendilhada
com tons de músicas caladas
E eu sinto e te digo
o paraíso na terra pode ser isto
que pressinto
Neste único momento!
Maria Luísa Adães
Visualizações : 1237
![]() |
| Coleção de Imagens/ São Paulo/ Brasil |
sem pressa elas correm
Os Pássaros voam
levemente eles voam
A Brisa se apresenta rendilhada
com tons de músicas caladas
E eu sinto e te digo
o paraíso na terra pode ser isto
que pressinto
Neste único momento!
Maria Luísa Adães
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domingo, 30 de outubro de 2016
ESPELHOS
Tu foste minha paixão
embalaste meus sonhos perdidos
eu me lembro de ti
entre o sol e a terra
como te conheci
Me lembro, sim!
Nossos espelhos se fundiram
e caíram de mãos descuidadas
se partiram
rolaram pelo chão
como coisas mortas de ilusão
Neles me via
neles me reconhecia
com eles falava
eles me respondiam
Se partiram
me deixaram sem respostas
desinteressados, frios, calados
No ar da noite escura
Sem eles e sem tempo
sem estrelas e mar
me busco dentro deles
mas eles se partiram
Me lembro, sim
Sem Deus
Sem espelhos e sem ti
Que será de mim?...
Maria Luísa Adães
Visualizações : 1455
![]() |
| Maria Luísa Adães/ Portugal |
embalaste meus sonhos perdidos
eu me lembro de ti
entre o sol e a terra
como te conheci
Me lembro, sim!
Nossos espelhos se fundiram
e caíram de mãos descuidadas
se partiram
rolaram pelo chão
como coisas mortas de ilusão
Neles me via
neles me reconhecia
com eles falava
eles me respondiam
Se partiram
me deixaram sem respostas
desinteressados, frios, calados
No ar da noite escura
Sem eles e sem tempo
sem estrelas e mar
me busco dentro deles
mas eles se partiram
Me lembro, sim
Sem Deus
Sem espelhos e sem ti
Que será de mim?...
Maria Luísa Adães
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domingo, 25 de setembro de 2016
CASA VAZIA
![]() |
| Maria Lais Fett/ Rio Grande do Sul/Brasil |
meia porta aberta
uma pequena janela
deixa entrar um raio de sol
O chão quase desenha uma figura
das ameias de um castelo encantado
apenas meu sentir e minha mente
podem predominar
e ouvir palavras
de pessoas conversando
sem estar falando
de pessoas escrevendo
e não vão ser lidas
Nem cantadas
Ou já é tarde para mim
que fui gente
ao lado de gente
que me ensinou
A ser gente
E sou sombra
Silêncio e Nada!...
Maria Luísa Adães
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terça-feira, 30 de agosto de 2016
A ILHA
![]() |
| Ilhas Shetland/ Maria Luísa |
Um dia deixei a Ilha onde nasci
tive de a deixar e calcorrear o mar
e encontrar meu amor desfeito
Pela saudade de meu peito
Ele me esperava
me abraçava e beijava
e eu de olhos fixos
em sonhos ou acordada
via a Ilha, as rochas rolando
Fora da águas.
Eu tinha sido poeta
no silêncio dos deuses
e tinha gravado meus versos
Nas pedras que encontrava
Quanto te quis
quanto te quero
no calor tropical
sem fraquezas humanas
na solidez da terra
E no caminho brilhante do mar
Converto-me em ti
No jardim abandonado
Por mim...
Deixa ouvir o cântico dos búzios
E nua, suave, perfeita
Te deixo entrar
Na minha própria casa
Fica...eternamente meu!
Maria Luísa Adães
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sexta-feira, 12 de agosto de 2016
DESESPERO
HOMEM DE BRONZE
![]() |
| Maria laís Fett/ Rio Grande do Sul/Brasil |
O homem de bronze pesca
A noite é silente
Eu sou silepse
Regida pelas ideias
e não pelas regras
De uma filosofia minha
Ele me encanta
e canto como sereia de encanto
atraindo o pescador
A Lua se aproxima
e o peixe não morre!...
Maria Luísa Adães
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quinta-feira, 11 de agosto de 2016
PARA TI
segunda-feira, 20 de junho de 2016
BELEZA e CORES
sexta-feira, 20 de maio de 2016
MELODIA
Havia um homem
que entoava uma estranha melodia
falava de coisas que desconhecia
e de mundos que não via
Nunca percebi aquele homem...
E as árvores cantavam
e se mexiam
e animais paravam
e escutavam a melodia
que aquele homem cantava
E parecia que ele vinha
de um outro mundo
e trazia um sentir de amor
que há muito esquecia
O amei e à sua melodia
e nunca o entendi
e nunca o esqueci
Ficou apenas meu
E de ninguém mais!...
Maria Luísa Adães
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| Pierre August Cot/ Internet |
que entoava uma estranha melodia
falava de coisas que desconhecia
e de mundos que não via
Nunca percebi aquele homem...
E as árvores cantavam
e se mexiam
e animais paravam
e escutavam a melodia
que aquele homem cantava
E parecia que ele vinha
de um outro mundo
e trazia um sentir de amor
que há muito esquecia
O amei e à sua melodia
e nunca o entendi
e nunca o esqueci
Ficou apenas meu
E de ninguém mais!...
Maria Luísa Adães
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quinta-feira, 28 de abril de 2016
PRIMAVERA
quinta-feira, 14 de abril de 2016
A VIDA III
A vida é preciosa
não pode ser vivida
de forma desencantada
A vida é sombra fugidia
a vida é silêncio e fantasia
a vida é dor inesperada
A vida nos dá o pranto
a vida nos dá prazer
a vida nos dá desencanto
A vida é volúpia
nas noites quentes de amor
dá vida à própria vida
leva de repente a nossa vida
a vida é tudo e nada
Mas quem não admira a vida?
ela dá e ela tira
mas não deve ser vivida
de forma desencantada e perdida
não deve...
Dentro de teus olhos eu vivi
E acreditei em ti e perguntei
Por que se morre
Por que se vive ?...
Maria Luísa Adães
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![]() |
| http://algarve-saibamais.blogspot.pt http://os7degraus.blogspot.pt |
não pode ser vivida
de forma desencantada
A vida é sombra fugidia
a vida é silêncio e fantasia
a vida é dor inesperada
A vida nos dá o pranto
a vida nos dá prazer
a vida nos dá desencanto
A vida é volúpia
nas noites quentes de amor
dá vida à própria vida
leva de repente a nossa vida
a vida é tudo e nada
Mas quem não admira a vida?
ela dá e ela tira
mas não deve ser vivida
de forma desencantada e perdida
não deve...
Dentro de teus olhos eu vivi
E acreditei em ti e perguntei
Por que se morre
Por que se vive ?...
Maria Luísa Adães
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quinta-feira, 31 de março de 2016
DISTÂNCIA
Que importa a distância?
em espírito eu subo montanhas
atravesso desertos intransponíveis
Caminho sobre as águas do mar
E sou livre
meus olhos fixam os lugares
Minhas mãos acariciam quem amar
E sou nuvem branca
que passeia no ar
Dançando sempre a mesma dança
Na visão da manhã e do dia
aparecida na hora do silêncio
E da melancolia!...
Maria Luísa Adãe
31 de Março 2016
Visualizações : 1364
![]() |
| Internet |
em espírito eu subo montanhas
atravesso desertos intransponíveis
Caminho sobre as águas do mar
E sou livre
meus olhos fixam os lugares
Minhas mãos acariciam quem amar
E sou nuvem branca
que passeia no ar
Dançando sempre a mesma dança
Na visão da manhã e do dia
aparecida na hora do silêncio
E da melancolia!...
Maria Luísa Adãe
31 de Março 2016
Visualizações : 1364
sexta-feira, 25 de março de 2016
Falando de PAZ
Quando te vi
Não acreditei em ti
E deixei minha sede
E meu fulgor de amar
Adormeci
Não sonhei
Acordei
Não tinha sonhos a contar
De novo te olhei
Te acariciei e te amei
Ou senti que te amei...
Há sempre um sentido escondido
desconhecido, fugido, convertido
Desprendido da terra e do mar
Campos velados
transformados
no medo de amar
Aquele mar
Tão longe e tão perto
De mim e de ti
E de novo te olhei
Sem te amar
E a Paz passou
E nada deixou
E nada transformou
Veloz como o vento
Veloz como o tempo...
Patético momento!
Maria Luísa Adães
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![]() |
| Maria Laís Fett/ Brasil |
Não acreditei em ti
E deixei minha sede
E meu fulgor de amar
Adormeci
Não sonhei
Acordei
Não tinha sonhos a contar
De novo te olhei
Te acariciei e te amei
Ou senti que te amei...
Há sempre um sentido escondido
desconhecido, fugido, convertido
Desprendido da terra e do mar
Campos velados
transformados
no medo de amar
Aquele mar
Tão longe e tão perto
De mim e de ti
E de novo te olhei
Sem te amar
E a Paz passou
E nada deixou
E nada transformou
Veloz como o vento
Veloz como o tempo...
Patético momento!
Maria Luísa Adães
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