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| SELKE LEON/ MURCIA LIVRO de CANTOS Século XII Hildesheim/ ALEMANIA A ALMA DO SONHO CHEGAVA AS PORTAS DE OURO SE ABRIAM E OS ANJOS CANTAVAM!... MARIA LUÌSA ADÂES Visualizações : 658 |
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
LIVRO DE CANTOS
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
BELEZA
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Ano Novo Feliz/São Paulo/BRASIL/ 2017
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
NATAL FELIZ
![]() |
| Maria Luísa/ São Paulo/ Brasil |
Há tantos vultos brancos
Há tantos vultos negros
Pés descalços
Mãos levantadas em ORAÇÃO
Será que tudo mudou
e não entendi a mudança
ou minha alma se desdobrou
sem pétalas de flores
Separada de mim
Vou esquecer contigo
tudo o que nunca disse
e se entrelaçou em mim
O mal matou o Bem
Deus é culpado
Eu não digo
Dizem os outros
E se perdermos DEUS
Onde está a Glória?
E neste momento me lembrei
Deus Vai Nascer
Uma Vez Mais, ELE Vai Nascer
E eu espero o SEU REGRESSO
NATAL FELIZ!
Maria Luísa Adães
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terça-feira, 29 de novembro de 2016
NUVENS
As Nuvens correm
sem pressa elas correm
Os Pássaros voam
levemente eles voam
A Brisa se apresenta rendilhada
com tons de músicas caladas
E eu sinto e te digo
o paraíso na terra pode ser isto
que pressinto
Neste único momento!
Maria Luísa Adães
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![]() |
| Coleção de Imagens/ São Paulo/ Brasil |
sem pressa elas correm
Os Pássaros voam
levemente eles voam
A Brisa se apresenta rendilhada
com tons de músicas caladas
E eu sinto e te digo
o paraíso na terra pode ser isto
que pressinto
Neste único momento!
Maria Luísa Adães
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domingo, 30 de outubro de 2016
ESPELHOS
Tu foste minha paixão
embalaste meus sonhos perdidos
eu me lembro de ti
entre o sol e a terra
como te conheci
Me lembro, sim!
Nossos espelhos se fundiram
e caíram de mãos descuidadas
se partiram
rolaram pelo chão
como coisas mortas de ilusão
Neles me via
neles me reconhecia
com eles falava
eles me respondiam
Se partiram
me deixaram sem respostas
desinteressados, frios, calados
No ar da noite escura
Sem eles e sem tempo
sem estrelas e mar
me busco dentro deles
mas eles se partiram
Me lembro, sim
Sem Deus
Sem espelhos e sem ti
Que será de mim?...
Maria Luísa Adães
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![]() |
| Maria Luísa Adães/ Portugal |
embalaste meus sonhos perdidos
eu me lembro de ti
entre o sol e a terra
como te conheci
Me lembro, sim!
Nossos espelhos se fundiram
e caíram de mãos descuidadas
se partiram
rolaram pelo chão
como coisas mortas de ilusão
Neles me via
neles me reconhecia
com eles falava
eles me respondiam
Se partiram
me deixaram sem respostas
desinteressados, frios, calados
No ar da noite escura
Sem eles e sem tempo
sem estrelas e mar
me busco dentro deles
mas eles se partiram
Me lembro, sim
Sem Deus
Sem espelhos e sem ti
Que será de mim?...
Maria Luísa Adães
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domingo, 25 de setembro de 2016
CASA VAZIA
![]() |
| Maria Lais Fett/ Rio Grande do Sul/Brasil |
meia porta aberta
uma pequena janela
deixa entrar um raio de sol
O chão quase desenha uma figura
das ameias de um castelo encantado
apenas meu sentir e minha mente
podem predominar
e ouvir palavras
de pessoas conversando
sem estar falando
de pessoas escrevendo
e não vão ser lidas
Nem cantadas
Ou já é tarde para mim
que fui gente
ao lado de gente
que me ensinou
A ser gente
E sou sombra
Silêncio e Nada!...
Maria Luísa Adães
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terça-feira, 30 de agosto de 2016
A ILHA
![]() |
| Ilhas Shetland/ Maria Luísa |
Um dia deixei a Ilha onde nasci
tive de a deixar e calcorrear o mar
e encontrar meu amor desfeito
Pela saudade de meu peito
Ele me esperava
me abraçava e beijava
e eu de olhos fixos
em sonhos ou acordada
via a Ilha, as rochas rolando
Fora da águas.
Eu tinha sido poeta
no silêncio dos deuses
e tinha gravado meus versos
Nas pedras que encontrava
Quanto te quis
quanto te quero
no calor tropical
sem fraquezas humanas
na solidez da terra
E no caminho brilhante do mar
Converto-me em ti
No jardim abandonado
Por mim...
Deixa ouvir o cântico dos búzios
E nua, suave, perfeita
Te deixo entrar
Na minha própria casa
Fica...eternamente meu!
Maria Luísa Adães
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sexta-feira, 12 de agosto de 2016
DESESPERO
HOMEM DE BRONZE
![]() |
| Maria laís Fett/ Rio Grande do Sul/Brasil |
O homem de bronze pesca
A noite é silente
Eu sou silepse
Regida pelas ideias
e não pelas regras
De uma filosofia minha
Ele me encanta
e canto como sereia de encanto
atraindo o pescador
A Lua se aproxima
e o peixe não morre!...
Maria Luísa Adães
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quinta-feira, 11 de agosto de 2016
PARA TI
segunda-feira, 20 de junho de 2016
BELEZA e CORES
sexta-feira, 20 de maio de 2016
MELODIA
Havia um homem
que entoava uma estranha melodia
falava de coisas que desconhecia
e de mundos que não via
Nunca percebi aquele homem...
E as árvores cantavam
e se mexiam
e animais paravam
e escutavam a melodia
que aquele homem cantava
E parecia que ele vinha
de um outro mundo
e trazia um sentir de amor
que há muito esquecia
O amei e à sua melodia
e nunca o entendi
e nunca o esqueci
Ficou apenas meu
E de ninguém mais!...
Maria Luísa Adães
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| Pierre August Cot/ Internet |
que entoava uma estranha melodia
falava de coisas que desconhecia
e de mundos que não via
Nunca percebi aquele homem...
E as árvores cantavam
e se mexiam
e animais paravam
e escutavam a melodia
que aquele homem cantava
E parecia que ele vinha
de um outro mundo
e trazia um sentir de amor
que há muito esquecia
O amei e à sua melodia
e nunca o entendi
e nunca o esqueci
Ficou apenas meu
E de ninguém mais!...
Maria Luísa Adães
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quinta-feira, 28 de abril de 2016
PRIMAVERA
quinta-feira, 14 de abril de 2016
A VIDA III
A vida é preciosa
não pode ser vivida
de forma desencantada
A vida é sombra fugidia
a vida é silêncio e fantasia
a vida é dor inesperada
A vida nos dá o pranto
a vida nos dá prazer
a vida nos dá desencanto
A vida é volúpia
nas noites quentes de amor
dá vida à própria vida
leva de repente a nossa vida
a vida é tudo e nada
Mas quem não admira a vida?
ela dá e ela tira
mas não deve ser vivida
de forma desencantada e perdida
não deve...
Dentro de teus olhos eu vivi
E acreditei em ti e perguntei
Por que se morre
Por que se vive ?...
Maria Luísa Adães
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![]() |
| http://algarve-saibamais.blogspot.pt http://os7degraus.blogspot.pt |
não pode ser vivida
de forma desencantada
A vida é sombra fugidia
a vida é silêncio e fantasia
a vida é dor inesperada
A vida nos dá o pranto
a vida nos dá prazer
a vida nos dá desencanto
A vida é volúpia
nas noites quentes de amor
dá vida à própria vida
leva de repente a nossa vida
a vida é tudo e nada
Mas quem não admira a vida?
ela dá e ela tira
mas não deve ser vivida
de forma desencantada e perdida
não deve...
Dentro de teus olhos eu vivi
E acreditei em ti e perguntei
Por que se morre
Por que se vive ?...
Maria Luísa Adães
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quinta-feira, 31 de março de 2016
DISTÂNCIA
Que importa a distância?
em espírito eu subo montanhas
atravesso desertos intransponíveis
Caminho sobre as águas do mar
E sou livre
meus olhos fixam os lugares
Minhas mãos acariciam quem amar
E sou nuvem branca
que passeia no ar
Dançando sempre a mesma dança
Na visão da manhã e do dia
aparecida na hora do silêncio
E da melancolia!...
Maria Luísa Adãe
31 de Março 2016
Visualizações : 1364
![]() |
| Internet |
em espírito eu subo montanhas
atravesso desertos intransponíveis
Caminho sobre as águas do mar
E sou livre
meus olhos fixam os lugares
Minhas mãos acariciam quem amar
E sou nuvem branca
que passeia no ar
Dançando sempre a mesma dança
Na visão da manhã e do dia
aparecida na hora do silêncio
E da melancolia!...
Maria Luísa Adãe
31 de Março 2016
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sexta-feira, 25 de março de 2016
Falando de PAZ
Quando te vi
Não acreditei em ti
E deixei minha sede
E meu fulgor de amar
Adormeci
Não sonhei
Acordei
Não tinha sonhos a contar
De novo te olhei
Te acariciei e te amei
Ou senti que te amei...
Há sempre um sentido escondido
desconhecido, fugido, convertido
Desprendido da terra e do mar
Campos velados
transformados
no medo de amar
Aquele mar
Tão longe e tão perto
De mim e de ti
E de novo te olhei
Sem te amar
E a Paz passou
E nada deixou
E nada transformou
Veloz como o vento
Veloz como o tempo...
Patético momento!
Maria Luísa Adães
Visualizações : 978
![]() |
| Maria Laís Fett/ Brasil |
Não acreditei em ti
E deixei minha sede
E meu fulgor de amar
Adormeci
Não sonhei
Acordei
Não tinha sonhos a contar
De novo te olhei
Te acariciei e te amei
Ou senti que te amei...
Há sempre um sentido escondido
desconhecido, fugido, convertido
Desprendido da terra e do mar
Campos velados
transformados
no medo de amar
Aquele mar
Tão longe e tão perto
De mim e de ti
E de novo te olhei
Sem te amar
E a Paz passou
E nada deixou
E nada transformou
Veloz como o vento
Veloz como o tempo...
Patético momento!
Maria Luísa Adães
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segunda-feira, 7 de março de 2016
ABANDONADO
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
ASSOMBRO
No cimo encontro o assombro
De uma noite diferente
Num outro lugar do mundo
E vislumbro o encanto
De lugares escondidos
Por detrás de poeiras
Esquecidos...
Abro as portas caídas
Entro e não sei quem sou
Não sei onde estou
Mas gosto do sonho
Me assombro com ele
E fico...
Não volto para ti
Nem para os silêncios
De um lugar que não escolhi
E não amei
Não volto!...
Maria Luísa Adães
Visualizaçoes : 1083
![]() |
| Maria Lais Fett/ Brasil |
De uma noite diferente
Num outro lugar do mundo
E vislumbro o encanto
De lugares escondidos
Por detrás de poeiras
Esquecidos...
Abro as portas caídas
Entro e não sei quem sou
Não sei onde estou
Mas gosto do sonho
Me assombro com ele
E fico...
Não volto para ti
Nem para os silêncios
De um lugar que não escolhi
E não amei
Não volto!...
Maria Luísa Adães
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
MANHÂ
Aqui estou eu
Minha voz e minha vida!
A natureza palpita
Chove lá fora
A distância
Somos nós que a fazemos
E não vou sentir a falta de amor
Por não saber esperar
Aquieta teu sentir por mim
Talvez eu possa voltar
E tornar a cantar
Nos espelhos de tua casa
Olhando um outro mundo
Distante do meu
Talvez o silêncio
Seja a única verdade
Que posso dizer
Sem escrever!...
Mas posso deixar as palavras
Que tantos me deixaram!...
Maria Luísa Adães
Visualizações : 986
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
AMOR!
![]() |
| Maria Laís Fett / Rio Grande do Sul/ BRASIL |
A cortina se abre
Voluptuosa, misteriosa
O Universo escuta meus versos
A Lua olha com intensidade
O brilho de mil tons de estrelas
E o amor perfuma o ar
Lança tapetes floridos
Como arco-Íris dançando
À nossa volta
Os deuses dormem
Tudo se cobriu
De nuvens vermelhas
Olhamos e pedimos
A ilusão maior
Com jardins aéreos
Reluzentes e felizes
De um lado o amor
E do outro lado
O esquecimento desse amor
O tempo contradiz
As súplicas de quem ama
Mas o tempo não comanda o amor
Mas comanda o esquecimento desse amor...
E eu digo,
Amemos,
Amemos cedo ou tarde
Mesmo que Eu esteja longe
É esta a minha Herança!
Maria Luísa Adães
Visualizações : 81
V
sábado, 2 de janeiro de 2016
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
ANO FELIZ
![]() |
| Maria Laís Fett/ Rio Grande do Sul/ Brasil |
Num Final de Ano
Eu não tenho nada para dizer
Que sinta ser verdade
Talvez o silêncio
Seja a única verdade
Que posso dizer sem escrever
Mas posso deixar as palavras
Que tantos me deixaram
E sei que simboliza
A minha verdade
ANO NOVO FELIZ
E PAZ!
Maria Luísa Adães
Visualizações : 51
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Natal Feliz
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
SOLIDÃO
O poema transmite a solidão
Através de uma cadeira
Onde ninguém se senta
O mundo muda
As pessoas mudam com o mundo
As palavras escritas mudam
O contexto por detrás das palavras
Muda também
E os dias iluminados
Tão breves, tão breves
Nos façam andar de novo
Mesmo de forma incompleta
Mas isenta e livre!
Com amor eu escrevo
Com amor eu mudo
Com amor eu caminho
Maria Luísa Adães
Visualizações : 60
Através de uma cadeira
Onde ninguém se senta
O mundo muda
As pessoas mudam com o mundo
As palavras escritas mudam
O contexto por detrás das palavras
Muda também
E os dias iluminados
Tão breves, tão breves
Nos façam andar de novo
Mesmo de forma incompleta
Mas isenta e livre!
Com amor eu escrevo
Com amor eu mudo
Com amor eu caminho
Maria Luísa Adães
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
ELA CHORA!...
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
MIL ROSTOS
Há mil rostos olhando para mim
E eu neste instante
Não reconheço nenhum
Há mil sentimentos à minha volta
E neste momento, não tenho nenhum
Há mil infelicidades pedindo guarida
E eu neste tempo, não ouço nada
Há mil pessoas perdidas, esquecidas
E eu não digo nada
E sinto e penso
Que estou voltada
Para as coisas da vida
Quero andar contigo lentamente
Dizer aqueles segredos
Que nunca digo
Quero amar-te eternamente
Na memória, na essência
Dos meus versos
Caminhar pelo deserto
Caminhar nas grandes cidades
E acreditar que não há mil rostos
Olhando para mim
E mil infelicidades
Só quero amar
Numa insónia feliz
No deserto do amor
Sem mais nada...
Hoje há estrelas a brilhar
E levo o beijo
Que acabaste de me dar!
Maria Luísa Adães
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E eu neste instante
Não reconheço nenhum
Há mil sentimentos à minha volta
E neste momento, não tenho nenhum
Há mil infelicidades pedindo guarida
E eu neste tempo, não ouço nada
Há mil pessoas perdidas, esquecidas
E eu não digo nada
E sinto e penso
Que estou voltada
Para as coisas da vida
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| Internet |
Quero andar contigo lentamente
Dizer aqueles segredos
Que nunca digo
Quero amar-te eternamente
Na memória, na essência
Dos meus versos
Caminhar pelo deserto
Caminhar nas grandes cidades
E acreditar que não há mil rostos
Olhando para mim
E mil infelicidades
Só quero amar
Numa insónia feliz
No deserto do amor
Sem mais nada...
Hoje há estrelas a brilhar
E levo o beijo
Que acabaste de me dar!
Maria Luísa Adães
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domingo, 1 de novembro de 2015
MISTÉRIO
Vesti-me de mistério
Com trajes de cerimónia
com trajes de outras eras
para prestígio e glória
Desse mistério
Eu não quero dar-lhe vida
fazer dele o Tudo,
Mas sim o Nada
Ajuda-me a despir estas vestes
Não minhas, mas dele
Como se fosse um ser etéreo
um ser de majestade
E dele recebesse
A existência
O destino
A verdade
Mas ele não é a verdade...
É um ser camuflado
destruído, esquecido
e vestiu-me de mistério
chamou-me de mistério
e abandonou-me
Num local perdido
E olhei à minha volta
estarrecida
esquecida por todos
E por ti meu amor
E senti-me mistério!...
Maria Luísa Adães
Visualizações : 347
![]() |
| Imagem/ Maria Laís Fett/ Rio Grande do Sul |
Com trajes de cerimónia
com trajes de outras eras
para prestígio e glória
Desse mistério
Eu não quero dar-lhe vida
fazer dele o Tudo,
Mas sim o Nada
Ajuda-me a despir estas vestes
Não minhas, mas dele
Como se fosse um ser etéreo
um ser de majestade
E dele recebesse
A existência
O destino
A verdade
Mas ele não é a verdade...
É um ser camuflado
destruído, esquecido
e vestiu-me de mistério
chamou-me de mistério
e abandonou-me
Num local perdido
E olhei à minha volta
estarrecida
esquecida por todos
E por ti meu amor
E senti-me mistério!...
Maria Luísa Adães
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015
APENAS...Olhei!
Olhei
E não te reconheci
E tanto te amei
num amor sensual
ocasional
Vazio no mundo real
Em mim, havia fogo e dor
Nesse amor
Que ressalta
que prende
que ressuscita
e torna a noite
em dia
E não deixa descansar
Em ti não existia amor
E em mim havia o acreditar
Nessa forma de amar
Passou
nada ficou
e no fundo de mim mesma
reconheci
que não te tinha amado
Apenas desejado!
Em ti não havia amor
Em mim
Não sei que se passou
Nada ficou
Nada deixou
E quando te vi
Não te reconheci
Esqueci!...
Maria Luísa Adães
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E não te reconheci
![]() |
| Salvador Dalí/ GALA |
E tanto te amei
num amor sensual
ocasional
Vazio no mundo real
Em mim, havia fogo e dor
Nesse amor
Que ressalta
que prende
que ressuscita
e torna a noite
em dia
E não deixa descansar
Em ti não existia amor
E em mim havia o acreditar
Nessa forma de amar
Passou
nada ficou
e no fundo de mim mesma
reconheci
que não te tinha amado
Apenas desejado!
Em ti não havia amor
Em mim
Não sei que se passou
Nada ficou
Nada deixou
E quando te vi
Não te reconheci
Esqueci!...
Maria Luísa Adães
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terça-feira, 6 de outubro de 2015
ADORAR
Adoro em ti
O ardor dos teu beijos
E a procura ávida dos meus
Adoro em ti
a tua vivacidade
de menino ausente
Adoro em ti
a tua sensualidade
unindo-se à minha
Adoro em ti
a liberdade que me dás
que me é tão cara
e tanta falta me faz
Adoro em ti
não olhares meus versos
e me amares
como se não fosse poeta
Adoro em ti
essa forma de dar
e nada dar
Adoro em ti
tudo quanto amo
tudo quanto chamo
De vida
Adoro em ti
me esquecer de mim
e dos outros
e do mundo
ao qual pertenço
Adoro em ti
Essa espécie de amor
por mim
Adoro!
Maria Luísa Adães
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![]() |
| ADORAR |
O ardor dos teu beijos
E a procura ávida dos meus
Adoro em ti
a tua vivacidade
de menino ausente
Adoro em ti
a tua sensualidade
unindo-se à minha
Adoro em ti
a liberdade que me dás
que me é tão cara
e tanta falta me faz
Adoro em ti
não olhares meus versos
e me amares
como se não fosse poeta
Adoro em ti
essa forma de dar
e nada dar
Adoro em ti
tudo quanto amo
tudo quanto chamo
De vida
Adoro em ti
me esquecer de mim
e dos outros
e do mundo
ao qual pertenço
Adoro em ti
Essa espécie de amor
por mim
Adoro!
Maria Luísa Adães
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quinta-feira, 24 de setembro de 2015
BELEZA
terça-feira, 15 de setembro de 2015
DAVID/ Firenze
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
NÃO Há REGRESSO
Eu olho o submerso
onde tantos se debatem
E se prendem sem sonhar
E desço uma vez única
para escrever meus versos
E dar a saber
aos que se perdem
Sem Pátria nem lar
O caminho de regresso
Mas eles não sabem
Eu não sei
Não importa saber
Não há regresso
Só a morte os espera
Nada posso fazer...
Apenas deixo a Flor da Noite
Por mim encontrada!...
Maria Luísa Adães
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![]() |
| Georgia O ´Keeffe |
onde tantos se debatem
E se prendem sem sonhar
E desço uma vez única
para escrever meus versos
E dar a saber
aos que se perdem
Sem Pátria nem lar
O caminho de regresso
Mas eles não sabem
Eu não sei
Não importa saber
Não há regresso
Só a morte os espera
Nada posso fazer...
Apenas deixo a Flor da Noite
![]() |
| A Rosa caiu e morreu... |
Por mim encontrada!...
Maria Luísa Adães
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quinta-feira, 13 de agosto de 2015
ADEUS!!!!!!!
Fiz uma peregrinação
aos lugares que conheci
E disse Adeus!
Voltei ao meu jardim
me sentei
e esperei
O firmamento me fixou
como se eu fosse alguém
Uma estrela brilhante
me olhou
Eu a reconheci
Aviões passavam lentamente
num caminho de regresso
Brilhavam no escuro da noite
luzes a acender e apagar
De quem vem para ficar.
As árvores se dobravam
atentas ao meu suspirar
A água corria a meus pés
deslumbrava e lembrava
o tempo que passava
Aquele lugar de encanto falava
Eu esperava
e tudo me encantava
E sonhava
em tempos sonhados
e nunca vividos
E a noite acabava
e eu abandonava
o lugar encontrado
E tinha de partir
isolada de teus afagos
esquecida do muito
Que desejava
E não te encontrava
E tinha de partir sem ti
E disse Adeus
Ao lugar encontrado
Ao qual
Não voltava!...
Maria Luísa Adães
Visualizações : 120
![]() |
| Internet |
aos lugares que conheci
E disse Adeus!
Voltei ao meu jardim
me sentei
e esperei
O firmamento me fixou
como se eu fosse alguém
Uma estrela brilhante
me olhou
Eu a reconheci
Aviões passavam lentamente
num caminho de regresso
Brilhavam no escuro da noite
luzes a acender e apagar
De quem vem para ficar.
As árvores se dobravam
atentas ao meu suspirar
A água corria a meus pés
deslumbrava e lembrava
o tempo que passava
Aquele lugar de encanto falava
Eu esperava
e tudo me encantava
E sonhava
em tempos sonhados
e nunca vividos
E a noite acabava
e eu abandonava
o lugar encontrado
E tinha de partir
isolada de teus afagos
esquecida do muito
Que desejava
E não te encontrava
E tinha de partir sem ti
E disse Adeus
Ao lugar encontrado
Ao qual
Não voltava!...
Maria Luísa Adães
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
EU SINTO
| Internet |
Tu estás no meu sentir
e te desejo ver
te olhar
te beijar
te abraçar
Não sei ser feliz
não sei como encontrar
A felicidade
O palácio de meus sonhos
perdi-o na espera
de um mundo desencantado
Como vou encontrar a minha estrada?
Não tenho de perdoar
tenho de ser perdoada
Meus olhos fixam o silêncio
meus ouvidos não ouvem nada
Invisível abriga o meu desejo
não estou presente
Não respondo ao desejo do ausente
Quem está presente
se apresente e me diga
Eu sou o ausente!
Eu não estou perdida
nem de mim, nem de ti
Mas do mundo eu estou!
Sinto que os amores
não se repetem
Sinto, não ser alegre nem triste
mas insisto
Rompo os elos do tempo
Sou poeta...
Aqui deixo meu corpo!
Maria Luísa Adães
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quinta-feira, 9 de julho de 2015
AMOR II
sábado, 20 de junho de 2015
AMOR
Amo o cântico dos bosques
![]() |
| Internet |
no raiar das manhãs
plenas do silêncio
da ardência da noite.
Gosto do amor
do seu simbolismo
e da realidade humana
de se dar
Gosto de acordar
no lugar que conheço
e onde esqueço
O clamor de multidões profanas
Nem sempre sou igual
ao que me pedem para ser
E como posso ser
se esquecem quem sou.
Mas sei pedir e sei amar!
Vem meu amor
ama-me como tu sabes
E nesse amar me trazes
o esquecimento
de que nada sou...
E espero sempre
numa espera antecipada
sentir a tua volta
à minha volta
Num abraço que não cansa
e desnuda
o sentir de esperança
E se partes
eu não faço parte da partida...
E aí tudo me falta
o tempo
a hora certa
o comum
das pessoas comuns
E resolvo partir contigo
esquecer o tempo
esquecer a gente
esquecer o relógio a contar
E te amar
no primeiro lugar
que se me deparar
E para além do que digo
num tempo esquecido
Continuo a sentir a tua falta!...
Maria Luísa Adães
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Gosto de acordar
no lugar que conheço
e onde esqueço
O clamor de multidões profanas
Nem sempre sou igual
ao que me pedem para ser
E como posso ser
se esquecem quem sou.
Mas sei pedir e sei amar!
Vem meu amor
ama-me como tu sabes
E nesse amar me trazes
o esquecimento
de que nada sou...
E espero sempre
numa espera antecipada
sentir a tua volta
à minha volta
Num abraço que não cansa
e desnuda
o sentir de esperança
E se partes
eu não faço parte da partida...
E aí tudo me falta
o tempo
a hora certa
o comum
das pessoas comuns
E resolvo partir contigo
esquecer o tempo
esquecer a gente
esquecer o relógio a contar
E te amar
no primeiro lugar
que se me deparar
E para além do que digo
num tempo esquecido
Continuo a sentir a tua falta!...
Maria Luísa Adães
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quarta-feira, 6 de maio de 2015
APENAS ... SENTIR
Ajuda-me
Deixa-me viver assim
E ser como sou
Deixa a ilusão
Sair de ti e de mim
Deixa regressar
E descobrir o caminho
De regresso
Deixa-me sonhar
E continuar a sentir
O teu corpo junto ao meu
Dá-me o muito que te dou
E não entendo como dou
Estás atento?
Sentir sempre
O teu corpo junto ao meu...
É o que mais anseia
Este desejo imenso
De sentir num abraço forte
O teu corpo envolvido
No meu
E te peço mais
Muito mais...
Quero não voltar
A ser poeta como sou
E descansar do mundo
Que me rodeou
E sobreviver
Num canto breve
Nas asas de teu amor
Imponderável
Para sempre!
Maria Luísa Adães
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Deixa-me viver assim
E ser como sou
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Deixa a ilusão
Sair de ti e de mim
Deixa regressar
E descobrir o caminho
De regresso
Deixa-me sonhar
E continuar a sentir
O teu corpo junto ao meu
Dá-me o muito que te dou
E não entendo como dou
Estás atento?
Sentir sempre
É o que mais anseia
Este desejo imenso
De sentir num abraço forte
O teu corpo envolvido
No meu
E te peço mais
Muito mais...
Quero não voltar
A ser poeta como sou
E descansar do mundo
Que me rodeou
E sobreviver
Num canto breve
Nas asas de teu amor
Imponderável
Para sempre!
Maria Luísa Adães
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