Amo o cântico dos bosques
No raiar das manhãs
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Plenas do silêncio
Da ardência da noite
Gosto do amor
De seu simbolismo
E da realidade humana
De se dar
Nem sempre sou igual
Ao que me pedem
Para eu ser
Tu sabes quem sou...
E esperas
Numa espera antecipada
O sentir de esperança
Mas se nem sei quem sou
Como podes tu saber?
Tu sabes que não podes
E nada tens a dizer
Que triste meu amor
Tu não me conheceres
Vamos ser infelizes
Até final de nossos dias...
Mas que fazer
Se o mundo é tão mau
Para os que pretendem viver
A seu modo
E não o podem fazer?
Tanta indiferença a meu lado
Tanto dizer por dizer
Vem uma vez
E outra vez
E mais outra
E ama-me
Como da primeira vez!
Maria Luísa Adães
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