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No excêntrico de meu sentir
Quando minha alma se espraia
E meu amor toca levemente
Com seu dizer subtil e lento
E pelas minhas mãos esbeltas
Desenho linhas geométricas
De um amor ainda por nascer
Escolho o caminho
Apenas escolho o caminho
No entardecer subtil e manso
Quando o silêncio entra
E o amo
Despida e leve
Serena e simples
Sem perguntas!
Não te vejo
Apenas te sinto em mim
E tudo é lasso
Na apatia de um abraço
De caminhos percorridos
Na distância de uma vida
E nas flores nascidas
Dessa vida
Te amei ao longe
Sem reconhecer quem és
Te sonhei
Te defendi
Te beijei
E nunca falei
E jamais entendi o silêncio
E sempre amei o que não entendi
Foi assim que vivi
Escolhi o que senti e não perdi
E envolvida no silêncio
Sem harpa nem acorde
Cantei!...
Maria Luísa Adães
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