Não sei
Se eras fonte ou brisa
Ou mar, ou flor
| Gala/ Salvador Dalí |
Mas nos meus versos
Vou chamar-te Amor!
E vibrarei contigo
Na cadência ritmíca
De meu coração
Fala-me das madrugadas
Da relva do jardim machucada
Pelos amantes que se amaram
Ao som das cítaras caladas
Fala-me do teu poder eterno
Fala-me das cortinas corridas
E deixa a porta de meu quarto fechada
E só tu entres, meu amor
E vem sempre, uma vez mais,
Saboreia a ternura subtil e quente
E usa as Palavras que dançam
No meu canto!
E nada mais quero
E nada mais peço,
Apenas isso eu Espero!
Maria Luísa



























