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Renasço de cinzas
De rosas queimadas
De fogo ateado
Nas árvores dispersas.
Elas cobrem
Nosso espaço de amor
Pintado de mil cores
Pelas minhas fantasias de poeta
Eu olho sem saber quem sou
Sem saber quem procuro
Sem saber onde vou
E desço uma vez única
Para escrever meus versos
E dar a conhecer
O caminho de regresso
Tu descansas dos jogos de amor
Ensinados por mim
Aprendidos a primor
Por ti...
Importa é que volto desnuda
E me visto de Esperança
Como Deusa que sou
E volto por ti,
Apenas por ti eu volto
Meu único amor!
Maria Luísa Adães




























